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Something I wrote a few years ago and they look the same for me

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Sharing daily experiences: A few things people don't need to know about you, in order to avoid further disappointment. That was my weekly painful lesson! 1- Never say how much money you make. For good or for bad, human being have the tendency to misjudge certain informations. If you make a few money, you are a loser. If you make a good money, make sure you will have to deal with some wolfs dressed in lambs. 2- Never say to people everything about you know.if you know a lit tle bit, you are a "limited" person. If you know a lot, you are or: 1- a liar 2- an arrogant 3- an arrogant liar 4- a psycho. 3- Avoid saying how many important people you know/work/live/date etc. It seems there is a universal tendency to arouse in people the worse opportunism they have within. And remember - if it happens, it's not because people are bad: YOU HAVE A BIG MOUTH! !! 4- You have a friend? Right! He is your friend! Never: 1-Invite him/her to work with you for more th...

Feliz ano novo!

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Ola a todos! O Fazendo de Pontes chega a 2017 com muitos projetos novos, e com a gana de realiza-los de uma forma muito responsável. Desde o inicio de dezembro de 2016 tenho pensado em uma forma de começar a compartilhar algumas ideias com aqueles que, como eu, tem alguma dificuldade de realizar um projeto de vida pessoal por inteiro. Pois bem: acabo de ter a ideia de escrever todos os dias, pelo menos por meia hora, registrando alguns de meus projetos de vida que tracei para 2017, esse novo ano que se inicia e que tem hoje o seu primeiro dia entre nos, como um bebe recém - nascido! Aqui vai a lista de coisas que planejei para 2017: 1- Nao mais alcool! Sim! Embora eu seja um amante inveterado de vinhos e cervejas, quero começar a preparar meu corpo para a chegada de meus 50 anos. Meio século de vida deve ser respeitado e um ritual muito especial que deve ser iniciado aqui, agora, enquanto ainda tenho saúde e energia para mudar as coisas que possam me beneficiar! 2- Começa...
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We all sell things

We all sell something! We sell hope, we sell stories, We sell clothes, we sell glories, We sell life, dead and resurrection, We all sell those to get affection! We all post in instangrams! We strike poses in selfies, We get along with elves, We are always claiming for attention - We try to postpone our own-denigration. We claim for sunlight in the dark nights. We ask for shadows on sunny days - We are all spoiled, we are all in the toilet. We are the leftovers of we call "regret" We  are shit in constant  progress! Joao Brandao Junior, NY, 3.25.2014, a computer, a glass of wine, lots of thoughts and
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"É estranho se sentir sendo absolutamente nada. Um nada composto de algumas experiências que passam a valer nada, quando se percebe que nada se é. Há também vantagens que contribuem com evidências de teorias sobre o nada como corpo da totalidade das coisas. Sendo assim, com ou sem substância, enquadrado ou não em teorias, há um constante vazio repleto de pequenas faltas; de ausências que vagam entre o ser e o não ser, o estar e o não permanecer, como se o que falasse fosse, a cima de tudo, um eu não existente, produto de uma lacuna muda da vida que a mim nunca pertenceu. O que a nos atrai em ser nada, é a falta de humildade do reconhecimento público e pessoal de que nada se sendo, tudo se É. E na tentativa da anulação do ser egoístico que sempre nos vence um round após outro, nocauteamo-nos prazeirosamente, tendo um infinito orgasmo coletivo entre o eu, o me e o mim mesmo, gritando sem pudor que se quer mais, sempre mais - Gozamos à deriva de uma grande lacuna de nada, circund...
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"Posa na penumbra de minha mesa A mariposa em vermelho, intoxicada. Escorre pelos cantos de seus lábios Visivelmente surrados pelo roçar Da violência que lhe consome a carne, a última gota de alcool. Olha-me com certa distância E o forte odor dos tragos alheios Faz exalar de seu corpo Uma onda viva de forte tabaco. Ofereço-lhe água, e ela sorri, já condenada Pelo destino que ali A fez pousar - nada mais A purifica, a não ser Meus pensamentos. Em silêncio toca-me a boca E sussurra palavras Que não sei decifrar. Seus pés vagueiam por baixo da mesa, E um velho escarpin de salto rompido Parece agonizar, Na busca de um par similar Que lhe complete o passo, Que lhe estimule o ritmo, Que lhe conceda a ùltima dança. Bebo o derradeiro gole da água Que me mantém lúcido E como a brisa Suavemente me afasto Deixando a mariposa viver Seus minutos restantes De efêmera vida." Joao Brandao , New York City, Quarta-Feira, 3 de junho de 2015, 10:02 da manhã.
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" Bate à minha porta um orgão. Quase desfalecido; quase morto. Pergunto-lhe o nome, E absorto ,  Responde: seu coração, De volta ao posto!"